La mia vita tra le dita®

SEJA BEM VINDO!!

Este blog é o meu hospício virtual. Aqui relatarei coisas sobre mim, os loucos que convivem comigo ou passam pelo meu caminho e mais algumas coisinhas que ocorrem em Piriguete´s city (mais conhecida como Salvador/BA). La mia vita tra le dita em italiano quer dizer "a minha vida entre os dedos".

18
ago

Nem Freud explica.

“Alguém me avisou pra pisar nesse chão devagarinho…” (D. Ivone Lara)

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Quando eu comecei a blogar em mil novecentos e antigamente, tinha os barracos blogais. Povo criava blog e a partir das andanças pelos blogs alheios e criavam brigas infundadas. Só para ter audiência. E a audiência é o mal do novo milênio, né não? Presenciei brigas homéricas. Ri muito, claro! Como esse povinho é bunda, pensava…

Fiz muitas amizades legais, conheci as que se autodenominavam “semi-deusas”, participei de panelas e enchi. Mandei o meu hospício (como era carinhosamente chamado) para Plutão (quando este ainda era planeta) e adiantei meu baba (ou seja, dei um vazari), como se diz aqui em Piriguete´s city.

Daí surgiu o Orkut. Povo entrava no Orkut, se expunha e depois dizia: “fico indignada que as pessoas ficam fuçando minha vida”. Ora, meu caro Sinfrônio (Sinfrônio é meu jumento de estimação), uma vez que você está em uma comunidade pública e se expõe é por que quer ser vista (o), né não? Agora, chegou a vez do Twitter.

O Twitter e a loucura das pessoas.

Comecei a ouvir falar dele, entrei, achei sem graça, sai e voltei. Viciei! Conheci pessoas muito legais e como sempre, onde tem pessoas legais sempre tem os dodói da cachola. Sério mesmo!

Fico praticamente o dia inteiro no Twitter (via internet ou via mobile) “urubuservando” as doidices alheias: pessoas que tem poucos seguidores e reclamam da baixa audiência; e, quando a audiência aumenta, eles reclamam que aumentou; pessoas que fazem questão de serem desagradáveis ou grosseiras só para chamar a atenção; pessoas que querem mandar no que as outras twittam; pessoas que se acham celebridades e ainda tem as celebridades. Sem falar daquelas que sofrem da Síndrome da Rainha de Copas (não aceitam ser criticadas e nem contestadas). Todas numa busca desenfreada por uma atenção que nem Freud na sua mais profunda sapiência conseguiria explicar. Acho cômico para não dizer tragicômico!

Depois de um dia de cão, entramos na internet para nos divertir e acabamos presenciando ou sofrendo agressões desnecessárias.

Loucuras do “cerumano” (sic) (adoro essa grafia).

Agora, adotarei a política do “Encheu meu saco, tá bloqueado!”.

#prontofalei.

Filed under: Blog
2
jul

Utilidade Pública

Todo mundo tem problemas com o DOTZ, não é? Eu também tive. Bom, ao fazer compras em dois dos parceiros e não ter meus dotz créditados fiquei doidinha, afinal de contas, muitos livrinhos que queria estavam lá.

Iniciei minha peregrinação enviando e-mails pelo próprio site e recebi aquelas mensagens padrão do tipo: “Você tem certeza que usou corretamente o serviço?”. Não, Pedro Bó, eu mandei minha avó Cotinha (que Deus a tenha) pedir via correio.

Pensei: “hummm, é claro meu caro Watson! O bom e velho Ombudsman irá me ajudar”. Mas, fazer contato com este legendário ser não foi fácil. Nem o mais sábio dos sábios me ajudou. Imaginei, pronto, perdi meus 11 mil e poucos dotz. Caraleos de asa de mordam!!!

Tito-e-teco quase atrofiam e entram em curto durante uma tarde. Quem poderia me ajudar? Onde eu poderia encontrar um e-mail de algum “cerumano” do dotz? Onde? Onde? Onde? Onde, encontro tudo, depois do mais sábio dos sábios, nosso bom e velho orkut. Fui lá na comunidade oficial do Dotz e lá estava: o e-mail da Juliana.

Na mesma hora relatei minhas agruras a ela e send it! Uns minutos depois, toda solícita, ela me responde dando início a um educado e gentil atendimento. Não só ela, mais as analistas Débora e a Michele. Meninas, obrigada pela atenção!

Agora, lembre-se de sempre que fizer algum pedido através dos parceiros do Dotz, além de usar o mecanismo do site, fazer um print screen da tela de finalização do pedido e guardem como comprovante.

Se antes de estudar Direito, eu já lutava pelos meus, agora então…

Filed under: Meus direitos

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