La mia vita tra le dita®

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Este blog é o meu hospício virtual. Aqui relatarei coisas sobre mim, os loucos que convivem comigo ou passam pelo meu caminho e mais algumas coisinhas que ocorrem em Piriguete´s city (mais conhecida como Salvador/BA). La mia vita tra le dita em italiano quer dizer "a minha vida entre os dedos".

18
dez

Beber, jogar e f@#er

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Sinopse


Em “Beber, jogar, f#@er”, Bob Sullivan, traído e abandonado por sua mulher, parte em uma jornada em busca da felicidade – e da liberdade. Desiludido, Sullivan nos convida a acompanhá-lo em farras homéricas e algumas confusões com que todo homem sempre sonhou: encher a cara na Irlanda, apostar até as calças em Las Vegas, e dar asas a seus desejos proibidos na Tailândia. A única regra é não ter regras.

Minhas impressões

O livro é uma versão masculina de Comer, Rezar e Amar da Elisabeth Gilbert, sendo que o segundo é muito mais divertido, muito mais cheio de aventuras.


As “tiradas” do Bobby são fantásticas, mas senti falta de um açãozinha. Como os direitos do livro foi comprado pela Warner, eu imaginei o Ben Affleck e toda sua canastrice fazendo o papel de Bob no cinema.

“Em primeiro lugar, aventura não é sinônimo de sorrisos, balões e apertos de mão. Às vezes, tomar um chute no saco pode ser uma grande aventura. (…) A vida não é uma corrida de cem metros rasos, camarada. É uma maratona, mas não uma cruel, na qual você tem cãibras e perde o controle dos seus músculos. É uma bela e longa caminhada sem pressa pelas experiências, relações, muito divertimento e algumas tristezas, tendo também bolas fora ocasionais para dar uma equilibrada.” (GOTTLIEB, 2009, p. 156)

Vamos esperar!

No recorde: Lido em 5 horas.

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12
dez

Ame o que é seu.

“(…) o amor é a soma de nossas escolhas, o vigor do nosso compromisso, o laço que nos une.”


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Sinopse

Em Ame o que é seu o leitor encontrará a história de uma mulher (Ellen) dividida entre o amor real e aquele fatídico “ E, se fosse diferente”.

O casamento de Ellen e Andy não parece perfeito, ele é perfeito. São inegáveis a profundidade da devoção mútua e o quanto um esperta o melhor do outro. Mas por obra do destino, certa tarde, Ellen revê Leo pela primeira vez em oito anos. Leo, aquele que partiu seu coração sem se explicar, aquele que ela não conseguiu esquecer.
Quando o reaparecimento dele desperta sentimentos há muito adormecidos, Ellen se põe a questionar se sua vida atual é de fato como ela queria que fosse.
O desenrolar da história é contagiante, pois a cada página acontecem novas cenas que é quase impossível abandonar a leitura, ou … não se colocar em seu lugar.

Minhas impressões

“Como amar de verdade a pessoa que está comigo, se não consigo esquecer alguém que ficou no passado?”.
O tema deste livro é aquela pulga atrás da orelha de imaginar como seria a vida se tivéssemos feitos outras escolhas. Esta é uma história para quem algum dia já se perguntou: “E se…”

Impressionante como, às vezes, temos tudo que sempre sonhamos e um “paixão” mal resolvida do passado aparece para fazer com que acreditemos que aquilo que sempre quisemos parece errado, parece acomodado, parece muito clichê.
Homens como o Leo só dão valor quando perdem, e acham que podem voltar no tempo como se nada tivesse acontecido, como se o amor deles fossem maior e mais importante do que tudo que aconteceu após o “fim”.

Às vezes um final feliz é simplesmente impossível. Não importa o que aconteça, eu vou perder algo, alguém. E talvez seja nisso que se resume tudo. O amor, não como uma manifestação de paixão, e sim como uma opção pelo compromisso com algo ou alguém, sejam quais forem os obstáculos pelo caminho. E talvez, ao fazer essa opção vez após vez, dia após dia, ano após ano, diga mais sobre o amor do que nunca ter de fazer escolha alguma.”

Amei cada página do livro e recomendo.

10
dez

101 coisas para realizar em 1001 dias.

Hoje consegui bater meu recorde: Li um livro inteiro em 1 dia. Estou cumprindo direitinho a minha meta de ler 101 livros em 1001 dias. Acho que vou ultrapassá-la, se continuar assim…

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Depois de “Desculpa se te chamo amor”, resolvi ler o “Três metros acima do céu”, também do mesmo autor, também uma história de amor. Só que desta vez, de dois adolescentes.

Comecei a ler “Paixão Índia” de Javier Moro, mas a novela Caminhos das Índias esgotou minhas paciência com “Are Babas” e “Tik he”! Abandonei-o e comecei a ler o “Três metros acima do céu”.

História de amor de uma “riquinha” com um “bad boy”. Família dela, claro, se opõe. Livrinho “marromeno” sem muitas emoções, sem momentos de risos…

E como o Natal tá perto, vou sortear uns livros aqui em breve. Já falei, né? Pois.

7
dez

Desculpa se te chamo amor

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Sinopse

Niki é uma bela garota, é divertida, é inteligente. Tem 17 anos. Alex é um “garoto” de quase 37. Separou-se há pouco, e sem uma razão clara, de sua noiva. Publicitário com grandes responsabilidades vê-se em crise no trabalho. Os dois se cruzam, casualmente, num pequeno acidente de trânsito. Niki gosta de Alex, Alex acha Niki divertida. A relação fica cada vez mais intensa. Não querem deixar a diferença de idade atrapalhar. O mundo dos adolescentes se choca com o dos adultos. Mas a vida dos dois nunca mais será a mesma. Este romance é a vontade de reencontrar a própria liberdade, a vontade de ter sentimentos verdadeiros, de amar sem convenções e sem muitos porquês. É o cotidiano, mas também o sonho.

Fonte: Skoob

Minhas impressões

No início, fiquei aborrecida pelo autor ser tão detalhista, mas a história de Niki e Alex se mostrou como um dia de sol: vivaz, refrescante e com um sabor de quero mais.

Amei a história, que, inicialmente, parece bobinha, mas nos revela uma profundidade sem tamanhos.

Confesso que me apaixonei pelas Ondas, pelo Alex e, principalmente, pela Niki. Que garota esperta! O livro está entre os meus favoritos e é impossível não lê-lo sem um sorriso nos lábios.

E bom, o autor mexeu com o meu calcanhar de Aquiles: La bella Italia.

Este livro mexeu muito comigo e me fez voltar ao tempo: as aulas de italiano, as tarde vendo os filmes de Fellini, as “canzones” (isso! É canzone. Muitas pessoas pensam que canção em italiano é canzione, mas não é! Detalhe: tomei muito “cascudo” até aprender, rs) enfim… foram 4 anos de imersão na mágica cultura italiana.

E o amor… bom, dizem que é invenção dos franceses e que é mais bonito naquele idioma… mas não… não se fala de amor sem pensar em “Io Che amo solo te”, em Caruso, em Pavarotti, em Romeu e Julieta, em Veneza, em tomar um gelatto com um bello ragazzo em alguma “piazza” de Roma…

Tudo bem… Julieta foi uma idiota que se apaixonou pelo inimigo e “se matou” (vocês conhecem a historia de cor e salteado). Mas, o que é o amor se não uma sucessão de insucessos que, ao final, valem a pena?

Tá, as românticas de plantão devem estar me xingando desde a frase “Julieta foi uma idiota” até agora, mas o que somos, todas nós (ou melhor, todos nós, viu meninos!), se não perfeitas idiotas quando nos apaixonamos e quantas idiotices e loucuras cometemos em nome daquilo que chamamos de amor…

Agora, estou aqui, na dúvida se escrevo um e-mail apaixonado, se compro uma bicicleta ou se durmo. Ai, ai, como diria o Alex.

E para não dizer que não falei das flores… segue um vídeo de mil-novecentos-e-antigamente da musica italiana mais linda de todos os tempos, na minha humilde opinião, claro…

Io Che amo solo te

http://www.youtube.com/watch?v=sAokcGFk87U

A tradução dela, está aqui

Para comprar o livro, clique aqui

Próxima leitura: Paixão Índia.

Sim, tô de férias dos livros de Direito, dos templários, livros densos e tensos… quero ler sobre o amor!

CRÉDITOS

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Sorry. No data so far.