
Sinopse
Niki é uma bela garota, é divertida, é inteligente. Tem 17 anos. Alex é um “garoto” de quase 37. Separou-se há pouco, e sem uma razão clara, de sua noiva. Publicitário com grandes responsabilidades vê-se em crise no trabalho. Os dois se cruzam, casualmente, num pequeno acidente de trânsito. Niki gosta de Alex, Alex acha Niki divertida. A relação fica cada vez mais intensa. Não querem deixar a diferença de idade atrapalhar. O mundo dos adolescentes se choca com o dos adultos. Mas a vida dos dois nunca mais será a mesma. Este romance é a vontade de reencontrar a própria liberdade, a vontade de ter sentimentos verdadeiros, de amar sem convenções e sem muitos porquês. É o cotidiano, mas também o sonho.
Fonte: Skoob
Minhas impressões
No início, fiquei aborrecida pelo autor ser tão detalhista, mas a história de Niki e Alex se mostrou como um dia de sol: vivaz, refrescante e com um sabor de quero mais.
Amei a história, que, inicialmente, parece bobinha, mas nos revela uma profundidade sem tamanhos.
Confesso que me apaixonei pelas Ondas, pelo Alex e, principalmente, pela Niki. Que garota esperta! O livro está entre os meus favoritos e é impossível não lê-lo sem um sorriso nos lábios.
E bom, o autor mexeu com o meu calcanhar de Aquiles: La bella Italia.
Este livro mexeu muito comigo e me fez voltar ao tempo: as aulas de italiano, as tarde vendo os filmes de Fellini, as “canzones” (isso! É canzone. Muitas pessoas pensam que canção em italiano é canzione, mas não é! Detalhe: tomei muito “cascudo” até aprender, rs) enfim… foram 4 anos de imersão na mágica cultura italiana.
E o amor… bom, dizem que é invenção dos franceses e que é mais bonito naquele idioma… mas não… não se fala de amor sem pensar em “Io Che amo solo te”, em Caruso, em Pavarotti, em Romeu e Julieta, em Veneza, em tomar um gelatto com um bello ragazzo em alguma “piazza” de Roma…
Tudo bem… Julieta foi uma idiota que se apaixonou pelo inimigo e “se matou” (vocês conhecem a historia de cor e salteado). Mas, o que é o amor se não uma sucessão de insucessos que, ao final, valem a pena?
Tá, as românticas de plantão devem estar me xingando desde a frase “Julieta foi uma idiota” até agora, mas o que somos, todas nós (ou melhor, todos nós, viu meninos!), se não perfeitas idiotas quando nos apaixonamos e quantas idiotices e loucuras cometemos em nome daquilo que chamamos de amor…
Agora, estou aqui, na dúvida se escrevo um e-mail apaixonado, se compro uma bicicleta ou se durmo. Ai, ai, como diria o Alex.
E para não dizer que não falei das flores… segue um vídeo de mil-novecentos-e-antigamente da musica italiana mais linda de todos os tempos, na minha humilde opinião, claro…
Io Che amo solo te
http://www.youtube.com/watch?v=sAokcGFk87U
A tradução dela, está aqui
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Próxima leitura: Paixão Índia.
Sim, tô de férias dos livros de Direito, dos templários, livros densos e tensos… quero ler sobre o amor!