La mia vita tra le dita®

SEJA BEM VINDO!!

Este blog é o meu hospício virtual. Aqui relatarei coisas sobre mim, os loucos que convivem comigo ou passam pelo meu caminho e mais algumas coisinhas que ocorrem em Piriguete´s city (mais conhecida como Salvador/BA). La mia vita tra le dita em italiano quer dizer "a minha vida entre os dedos".

29
nov

Drop Dead Diva

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Estrelada por Brooke D´Orsay, Brooke Elliott, Ben Feldman, de “Living with Fran”, Sean Maher, de “Firefly”, Margaret Cho, Rhoda Griffis, entre outros.

O enredo é uma mistura dos filmes “Sexta-Feira Muito Louca” e “O Céu Pode Esperar”, produção dos anos 40 que teve um remake nos anos 70. Na série, temos Deb, uma modelo que sofre um acidente de carro e se vê no céu. Ao mesmo tempo uma advogada é assassinada. Deb ganha uma chance de retornar à Terra,  mas o único corpo disponível é o da advogada, obesa, mas inteligente. O primeiro episódio é realmente muito engraçado!!

Inicialmente horrorizada com seu novo corpo, Deb descobre que ganhou também o conhecimento adquirido por Jane. Redescobrindo a vida, ela começa a lidar com seus novos obstáculos.

Criada por Josh Berman e produzida pela Sony, a série tinha sido desenvolvida para a Fox que a descartou. O Lifetime encomendou 13 episódios iniciais e a segunda temporada já foi confirmada.

Entre as participações estão a de Jorja Fox, de “CSI”, Nia Vardalos, Liza Minnelli, Paula Abdul, Delta Burke, que interpretarão irmãs que alegam ter poderes psíquicos, Susan Walters de “Point Pleasant” e “The Big Easy”, entre outros ainda não divulgados.

É transmitida pelo canal Sony às 22:30h todas as segundas. Assistam!! Todos 13 capítulos da 1a. temporada são ótimos. Divirtam-se!!!

Fonte: TvSeries

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9
set

Curriculum de um baiano (verídico)

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Esse currículum foi realmente enviado para algumas empresas. Divirtam-se!
MEU NOME?

Lucas L. S. – 23 anos.  Não vou colocar meu CPF porque agora virou moda pedir CPF, meu nome está no SPC, mas não é porque sou caloteiro é porque estou com um débito alto da faculdade e estou sem grana para pagar. Agora se vocês me derem a oportunidade de trabalho com certeza pagarei mais rápido.

ENDEREÇO?

Eu moro no bairro de Nazaré – Salvador/ BA. Não preciso mencionar a rua, pois acredito que no momento vocês não virão me visitar e nem me enviarão correspondências.

CONTATO

É o telefone eu posso dar caso vocês queiram me ligar pra marcar uma entrevista. 3242-xxxx 8178-xxxx
E-mail: xxxxxx@gmail.com

FORMAÇÃO ACADÊMICA

Estava cursando Produção Editorial na Faculdade Hélio Rocha. Tranquei por problemas técnicos (no bolso), pretendo resolver o mais rápido possível para voltar logo!

EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL

A minha é grande! (Para quem tem 23 anos)
Estagiei na Petrobrás Distribuidora S/A. em 2001. Assim que sai de lá fui trabalhar numa locadora de filmes na graça. Fiquei dois meses porque A Fórmula uma empresa maior (e melhor) me chamou, comecei lá em 2002 sai em 2005 foi a empresa que durei mais. Era muito boa, lá eu aprendi melhor relacionamento humano, como lidar com colegas de trabalho, infelizmente o meu horário de trabalho estava atrapalhando na faculdade. (Uma pena, mas a fila anda).

Coincidiu que no mesmo mês a Atento (Vivo) me chamou e eram 6 horas, não atrapalhava na faculdade. Achei que lá era o Paraíso Tropical, mas de Paraíso não tinha nada. Era um trabalho chato e estressante. (Eu sou agitado, apesar de não parecer) detesto ficar sentado muito tempo. Depois de um ano quebrei as correntes da escravidão e fui pra uma locadora falida lá em Vilas do Atlântico (Vídeo Vilas). Lá eram 5 horas e pagava legal, mas como felicidade de pobre dura pouco; eu tinha um chefe-infernal (Estilo Meryl Streep em “O Diabo Veste Prada”) agüentei seis meses e pedi pra sair. Depois de três meses na dança-do-desempregado fui dar aulas de informática no colégio Mundial (Vila Laura) lá era tudo ótimo, chefe, colegas, alunos, só que como nada é perfeito o salário não era lá uma Brastemp. Quando estava me acostumado com o lugar, a empresa Politec que presta serviços pra Caixa me chamou pra seleção e blá, blá, blá. O salário era melhor e como a grana fala mais alto (ou melhor gritaaaaa!) pedi pra sair do colégio com o broken heart, mas fazer o quê? É a vida é bonita e é bonita…Viver e não ter a vergonha de ser feliz.

Agora estou aqui sendo sincero com vocês sabendo que meu New Currículo vai parar na próxima lixeira, eu sei que esta empresa só emprega lixo e eu sou o bom, eu sou o cara, basta ver meu currículo, em todos os casos, caso mude de idéia é só ligar.

IDIOMA

Antes eu mentia coloca no currículo que tinha Inglês – fluente e Espanhol – básico. Tudo balela! Em Inglês, só sei What´s your name, How are you e etc. Aliás, não sei pra que pedem inglês no currículo, sei da importância de possuir um Idioma e pretendo aprender o inglês e outra língua que puder, mas realmente inglês para exercer funções simples é desnecessário, aqui na Bahia tem mesmo é que saber o “ó xenti” que o nosso be a bá.

CURSOS

Tenho os cursos básicos de: capoeira, empacotador, telemarketing, informática (sem o tal de Windows e Excel), atendimento a clientes e vendas, relacionamento humano, comédia corporativa e estou me escrevendo para um curso de acarajé (ninguém sabe do futuro né?).

TALENTOS

Não é querendo me gabar, mas é o que eu possuo de melhor, infelizmente nos cargos que ocupei não tive a oportunidade de mostrar meus talentos. Só na A Fórmula que tive a oportunidade de organizar alguns eventos e mostrar um pouco minhas facetas, um dia ainda vou estar na Globo.

Obs: A iniciativa de criar este currículo foi para inovar, porque assim vocês ficam me conhecendo melhor e evitam o transtorno de me chamar para uma entrevista e fazer eu gastar R$ 4,00 de transporte e me reprovarem numa dinâmica de gente, poupa meu bolso e poupa o tempo de vocês. E tem mais! Este currículo é só para pessoas dinâmicas e com a cabeça aberta , papo cabeça, cabeça feita meu rei, se você for antiquado (a), museu, tiver alma de “velho” com certeza jogará este currículo na lixeira. Mas estará perdendo a grande oportunidade de me conhecer e de repente a grande chance de ter o melhor funcionário da Bahia! Desde já agradeço a atenção.

Lucas “o bom”

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4
set

Carta para uma amiga.

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Amiga:

Conforme minha promessa, estou enviando um e-mail contando as novidades da minha primeira semana depois de ser transferida pela firma para o Rio de Janeiro. Terminei hoje de arrumar as coisas no meu novo apartamento.

Ficou uma gracinha, mas estou exausta. São dez da noite e já estou pregada.

Segunda-Feira: Cheguei na firma e já adorei. Entrei no elevador quase no mesmo instante que o homem mais lindo desse planeta. Ele é loiro, tem olhos verdes e o corpo musculoso parece querer arrebentar o terno. Lindooooo! Estou apaixonada. Olhei disfarçadamente a hora no meu relógio de pulso e fiz uma promessa de estar parada defronte ao elevador todos os dias a essa mesma hora. Ele desceu no andar da engenharia. Conheci o pessoal do setor, todos foram atenciosos comigo. Até o meu chefe foi super delicado. Estou maravilhada com essa cidade. Cheguei em casa e comi comida enlatada. Amanhã vou a um mercado comprar alguma coisa.

Terça-Feira: Amiga! Precisava contar. Sabe aquele homem de quem falei? Ele olhou para mim e sorriu quando entramos no elevador. Fiquei sem ação e baixei a cabeça. Como sou burra! Passei o dia no trabalho pensando que preciso fazer um regime. Me olhei no espelho hoje de manhã e estou com uma barriguinha indiscreta. Fui no mercado e só comprei coisinhas leves: biscoitos, legumes e chás. Resolvido! Estou de dieta.

Quarta-Feira: Acordei com dor-de-cabeça. Acho que foi a folha de alface ou o biscoito do jantar. Preciso manter-me firme na dieta. Quero emagrecer dois quilos até o fim-de-semana. Ah! O nome dele é Marcelo. Ouvi um amigo dele falando com ele no elevador. E ainda tem mais: ele desmanchou o noivado há dois meses e está sozinho. Consegui sorrir para ele quando entrou no elevador e me cumprimentou. Estou progredindo, né? Como faço para me insinuar sem parecer vulgar? Comprei um vestido dois números menor que o meu. Será a minha meta.

Quinta-Feira: O Marcelo me cumprimentou ao entrar no elevador. Seu sorriso iluminou tudo! Ele me perguntou se eu era a arquiteta que viera transferida de Brasília e eu só fiz: ‘U-hum’… Ele me perguntou se eu estava gostando do Rio e eu disse: ‘U-hum’. Aí ele perguntou se eu já havia estado antes aqui e eu disse: ‘U-hum’. Então ele perguntou se eu só sabia falar ‘U-hum’ e eu respondi: ‘Ã-hã’. Será que fui muito evasiva? Será que eu deveria ter falado um pouco mais?
Ai, amiga! Estou tão apaixonada! Estou resolvida!Amanhã vou perguntar se ele não gostaria de me mostrar o Rio de Janeiro no final de semana. Quanto ao resto, bem…ando com muita enxaqueca. Acho que vou quebrar meu regime hoje. Estou fazendo uma sopa de legumes. Espero que não me engorde demais.

Sexta-Feira: Amiga! Estou arruinada! Ontem à noite não resisti e me empanturrei. Coloquei bastante batata-doce na sopa, além de couve, repolho e beterraba. Menina, saí de casa que parecia um caminhão de lixo.

Como eu peidava! (nossa! Você não imagina a minha vergonha de contar isto, mas se eu não desabafar, vou me jogar pela janela!).

No metrô, durante o trajeto para o trabalho, bastava um solavanco para eu soltar um futum que nem eu mesma suportava.

Teve um momento em que alguém dentro do trem gritou: ‘Aí! Peidar até pode, mas jogar merda em pó dentro do vagão é muita sacanagem!’ Uma senhora gorda foi responsabilizada. Todo mundo olhava para ela, tadinha. Ela ficou vermelha, ficou amarela, e eu aproveitava cada mudança de cor para soltar outro. O meu maior medo era prender e sair um barulhento. Eu estava morta de vergonha.

Desci na estação e parei atrás de uma moça com um bebê no colo, enquanto aguardava minha vez de sair pela roleta. Aproveitei e soltei mais um. O senhor que estava na frente da mulher com o bebê virou-se para ela e disse: ‘Dona! É melhor a senhora jogar esse bebê fora porque ele está estragado!’.

Na entrada do prédio onde trabalho tem uma senhora que vende bolinhos, café, queijo, essas coisas de camelô. Pois, eu ia passando e um freguês começou a cheirar um pastel, justo na hora em que o futum se espalhou. O sujeito jogou o pastel no lixo e reclamou:’Pó, dona Maria! Esse pastel tá bichado!’

Entrei no prédio resolvida a subir os dezesseis degraus pela escada. Meu azar foi que o Marcelo ficou segurando a porta, esperando que eu entrasse. Como não me decidia, ele me puxou pelo braço e apertou o botão do meu andar.

Já no terceiro andar ficamos sozinhos. Cheguei a me sentir aliviada, pois assim a viagem terminaria mais rápido.
Pensei rápido demais. O elevador deu um solavanco e as luzes se apagaram. Quase instantaneamente a iluminação de emergência acendeu. Marcelo sorriu (ai, aquele sorriso…) e disse que era a bruxa da sexta-feira.

Era assim mesmo,logo a luz voltaria, não precisava se preocupar. Mal sabia ele que eu estava mesmo preocupada.

Amiga, juro que tentei prender. Mas antes que saísse com estrondo, deixei escapar. Abaixei e fiquei respirando rápido, tentando aspirar o máximo possível, como se estivesse me sentindo mal, com falta de ar. Já se imaginou numa situação dessas? Peidar e ficar tentando aspirar o peido para que o homem mais lindo do mundo não perceba que você peidou? Ele ficou muito preocupado comigo e, se percebeu o mau cheiro, não o demonstrou. Quando achei que a catinga havia passado, voltei a respirar normal. Disse para ele que eu tinha claustrofobia. Mal ele me ajudou a levantar, eu não consegui prender o segundo, que saiu ainda pior que o anterior. O coitado dessa vez ficou meio azulado, mas ainda não disse nada. Abaixei novamente e fiquei respirando rápido de novo, como uma mulher em estado de parto.

Dessa vez,  Marcelo ficou afastado, no canto mais distante de mim no elevador. Na ânsia de disfarçar, fiquei olhando para a sola dos meus sapatos, como se estivesse buscando a origem daquele fedor horroroso. Ele ficou lá, no canto, impávido. Nem bem o cheiro se esvaiu e veio outro. Ele se desesperou e começou a apertar a campainha de emergência.

Coitado! Ele esmurrou a porta, gritou, esperneou, e eu lá, na respiração cachorrinho. Quando a catinga dissipou, ele se acalmou.

As lágrimas começaram a escorrer pelos meus olhos. Ele me viu chorando, enxugou meus olhos e disse: ‘Meus olhos também estão ardendo…’ Eu juro que pensei que ele fosse dizer algo bonito. Aquilo me magoou profundamente. Pensei:’Ah, é, FDP? Então, acabou a respiração cachorrinho…’

Depois disso, no primeiro ele cobriu o rosto com o paletó. No segundo, enrolou a cabeça. No terceiro, prendeu a respiração, no quarto, ele ficou roxo. No quinto, me sacudiu pelos braços e berrou: ‘Mulher! Pára de se cagar!’. Depois disso ele só chorava. Chorou como um bebê até sermos resgatados, quatro horas depois. Entrei no escritório e pedi minha transferência para outro lugar, de preferência outro País.

Apague este e-mail depois de ler, tá?
Sua amiga, Ana

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