La mia vita tra le dita®

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Este blog é o meu hospício virtual. Aqui relatarei coisas sobre mim, os loucos que convivem comigo ou passam pelo meu caminho e mais algumas coisinhas que ocorrem em Piriguete´s city (mais conhecida como Salvador/BA). La mia vita tra le dita em italiano quer dizer "a minha vida entre os dedos".

9
out

Cenas de ontem e de hoje.

Cenas de ontem…

A minha amiga vaquilda colocou nos comments as coisas que esqueci de colocar aqui. Lá vai… (meus comentários em vermelho)

“Bem, eu não tive nenhum problema passei de primeira…o balaio era grande rs Carteira comprada no baleio!!Faltaram alguns bons detalhes…
- Em plena avenida “E agora faço o que? Diminuo a marcha?” kkkkkkkkkkkkk foi mesmo!!
-Tirava cada fino de onde entrava, que eu me sentia muito mais segura dentro do carro que fora dele. A bicha pinotava no banco parecendo que tava com formiga no furico!!
- Eu tinha que ficar lembrando a CDC passar a marcha, porque ela passava a 1ª… levava horas pra passar a 2ª e anos pra passar a 3ª e a 4ª…a 5ª então..não existe pra ela hahahahahaha Eu nasci para ter carro automático, claro!!!
- Ao sair do bar de Carniça (apelido carinhoso da mãe dela), ela tinha que dar a ré, mas passou a primeira – e estava em frente a um poste, viu? hahahaha foi mesmo.
- Estacionou o carro torto? Mando refazer até acertar hahahaha
- E pra finalizar….saiu sem baixar o freio de mão. mas como estava na ladeira e para baixo todo santo ajuda!

Cenas de hoje…

Fui buscar minha mãe rezando para que o trânsito estivesse livre. E estava!!! Obrigada Senhor.

O fiofó tava “piscando”, não passava nem um ventinho …

Carro não morreu, não passei a ré, na saída, ao invés da primeira.

Estacionei, de primeira e de ré, na garagem de casa sem bater nas bicicletas do vizinho.

Ano que vem estou correndo na Stock Car. rs

Me aguardem…

Filed under: Cotidiano
9
out

Eu, uma “vaca” amiga, uma habilitação provisória e muitas risadas.

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Em 2001 resolvi que ia tirar minha carteira motorista. Tomei coragem, comprei o laudo, fiz as aulas teóricas, passei no teste teórico e lá fui eu para aulas práticas…

Eu, o Pálio, o pálio e eu…

Comecei minhas primeiras aulas em um pálio, mil novecentos e antigamente, com direção “duráulica” e “ar quenticionado”. Ódio à primeira, segunda, terceira … e décima quarta vista. Não tinha “cão” que me fizesse acertar fazer meia embreagem, baliza e afins naquele carro, sem que ele “falecesse”. Tomei abuso de carro, em especial de Pálios, e abandonei as aulas.

4 anos se passaram e meu laudo perdeu a validade.

Ano passado tomei coragem e comprei outro laudo, mas fui decidida a fazer, além das 15 aulas práticas de praxe, mais umas 200 até virar uma Airton Senna. Cheguei na mesma auto-escola e falei: “Qual o melhor carro você tem aqui?”. Ela respondeu: “Astra”. E foi nele que tomei minhas muitas aulas.

Marquei o exame, fui lá fazer com as pernas tremendo mais que vara verde.

Na espera pela minha vez, meu instrutor ficou falando sobre um dos avaliadores: “Por que João isso, João aquilo… porque João é “brother”". Quando chegou minha vez, com quem dou de cara? O tal do João. Automaticamente, berrei (berrei mesmo!!):

Eu: “Oieeeee Joãoooo!!”.

Ele, todo sem graça, falou: “Te conheço?”.

Eu: “Nãooooo, mas meu instrutor “fulano” falou que você é gente boa e tals, adora moto, e como eu trabalho com motos (mentira, quem trabalha é meu pai!), blá, blá, blá…” (isso em milésimos de segundos e num fôlego só).

Ele riu e disse: “Venha!”.

Me deu uns “toques” na hora da baliza e me deixou tão a vontade que na hora da meia embreagem (foi com outro avaliador) eu, de nervosa, fiquei toda serelepe. Até liguei o somd o carro numa rádio dessas que só toca pagode e fiquei cantando: “rala a tcheca no chão… vai… rala a tcheca no chão…”

Resumindo: O instrutor n° 2, já entrou no carro rindo e daí, só alegria. Passei.

Essa semana, quase um ano depois, resolvi, ou melhor, a necessidade me obrigou, a pegar o carro de minha mãe. Detalhe: Depois que tirei a carteira, eu não dirigi mais.

Escalei minha amiga “vaquilda” Rosana para ser minha co-pilota.

Minto.

Sábado, ela esqueceu de tomar a pílula azul do Gardenal dela e, depois de almoçarmos, parou o carro e disse: “Agora, você leva”.

Minto.

Ela me chamou para ir com ela buscar um exame no hospital no sábado e, chegando lá, parou o carro todo torto no estacionamento e disse: “Estacione!”. Assim, sutil como uma “elefanta” com diarréia (rs). Daí, eu… bom, eu estacionei.

Então…

Eis que meu pai viaja essa semana e arrasta, com ele, nossos dois motoristas oficiais (Meus irmãos) e deixando a imcumbência de pegar o carro de minha mãe para ir buscá-la no trabalho, levar ao supermercado, etc…

Adivinhem quem escalei como minha co-pilota?? A minha amiga “vaquilda” Rosana.

E hoje, nos divertimos, com minhas barbeiragens.

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Eu, minha vaquinha de estimação e nosso passeio

Ela veio aqui, deixou o carro dela e saímos com o de minha mãe. Ao entrar no carro, ela, para variar, ao telefone e eu parada. Eis que ela, sutilmente (lembram da elefanta com diarréia?) fala:

Ela: “Oxi, vai ficar aí parada é??”

Eu: “Amiga, onde acende o farol?”

Ela caiu na gargalhada e narrou os fatos a pessoa com quem falava ao telefone. Isso, eu berrava: “Mentiraaaaa dessa cara de cuuuuuuu”.

Ufa! Liguei o farol e lá fomos nós ao supermercado comprar umas coisas para minha mãe.

No caminho, o carro morreu duas (ou foi três?) vezes, tirei “fino” de vários carros… Nisso, ela ficava se contorcendo toda no banco do carona…

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Já na vinda para casa falo: “Esse povo anda com farol alto assim mesmo é? Será que eles não sabem que eu tenho astigmatismo?”. Ela ficou rindo.

Sem falar que ela me “obriga” a estacionar de milhões de maneiras a cada vez que estaciono:

Ela: Bora CDC (Cara De Cu é o apelido carinhoso que ela, fina, colocou em mim!!!)!! De frente. Agora, “de lado”. De “fundo”. De “bandinha”…

E quando estaciono “torto”, tenho que começar tudo de novo… afff!!

Bom, fizemos as compras, fui “passear” no Centro Administrativo para eu dirigir na pista onde rolou a Stock Car e viemos para casa.

Amanhã, minha mãe quer ir ao supermercado de novo. Por que será que as mães gostam tanto de supermercado?

Aguardem cenas dos próximos capítulos…

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