La mia vita tra le dita®

SEJA BEM VINDO!!

Este blog é o meu hospício virtual. Aqui relatarei coisas sobre mim, os loucos que convivem comigo ou passam pelo meu caminho e mais algumas coisinhas que ocorrem em Piriguete´s city (mais conhecida como Salvador/BA). La mia vita tra le dita em italiano quer dizer "a minha vida entre os dedos".

Archive for the ‘Eu e o amor’ Category

15
jun

Carta de amor… ao amor!

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De surpresa nos encontramos,
meio por acaso nos olhamos,
sem querer nos descobrimos
e na incerteza breve de um querer nos tocamos.
Foi mágico, doce, esperado e desejado,
nem imaginávamos o quanto ansiávamos pela presença um do outro.
Foi como o despertar de um sono suave que me fez te querer, um desejar que não me deixava pensar e nem meu pensamento esquecer teus olhos, tua boca, teu cheiro.
Você fez pulsar meu coração num ritmo que eu não conhecia: suave
então tornou-se a vida em uma beleza diferente em cores
que eu pintei e imaginei, perfumando de pétalas
o vento que soprava em nossos rostos no momento único de um beijo.
Quero brindar você através das palavras desta mensagem,
por estarmos juntos com a emoção e carinho.
Quero agradecer aos anjos do céu, por ontem,
por hoje, por amanhã e por você fazer
parte da minha vida para todo o sempre o nosso eterno sempre.

Fonte: http://mensagensepoemas.uol.com.br/amor/cartas-de-amor/telemensagem-carta-de-amor.html

17
mai

A paixão…

Um dia você acorda e descobre que tudo está diferente, que tudo mudou.
Você descobre que seu coração já não bate tão depressa,
descobre que o motivo da insônia mudou,
descobre que já não se preocupa mais.
Descobre que aqueles problemas acabaram,
descobre que as lágrimas também vêm com a felicidade.
Um dia você acorda e deseja ter tudo aquilo de novo,
ao menos uma vez.
Um dia você acorda e descobre que esqueceu,
e por incrível que pareça, você
continua forte e inteira.
E, então você descobre que não precisa de nenhum esforço pra sorrir.

19
mar

Carta para o homem que morreu e um pouco de verdade viva.

“Você pensa que eu não sei?

Eu sei que tenho soluçado risos nervosos por aí.

Sempre um por aí perto dos seus ouvidos.

Tudo para você ver o quanto eu me divirto, o quanto sou charmosa.

Para você lembrar-se de como a gente se diverte, com a minha risada, com a sua.

E eu grito um pouco rindo, eu sei disso também.

Que é para você lembrar-se de quando eu sinto prazer.

De quando você me dá prazer.

Eu passo quieta por você, você passa quieto por mim, e eu ainda escuto o barulho que a gente faz.

Vocês pensam que eu não sei?

Escova no cabelo todos os dias, lápis nos olhos, perfume de morango.

Eu sei, eu sei, a paixão é ridícula.

Sei que não cumpro o que prometo com olhares de mulher.

Pois é, eu sou uma menina.

Surpreso? Eu não.

Você está surpreso mesmo?

Achou que era uma mulher te instigando para fugir da lógica?

Isso é coisa de criança. Lógica?

Que se foda a lógica.

Eu não tenho tesão nenhum em separar o certo do errado.

Espero não aguentar mais a dor do caminho errado para mudar de vida, é só isso que acontece.

E o caminho certo também não me dá muito tesão não.

Menos aquele que a gente fez para fugir, menos aquele que a gente fez para se pegar, se entrar, parar de pensar em sentir e sentir de uma vez.

E a inspiração para escrever Meu Deus!

Foi para onde?

Foi para o mesmo lugar da minha outra paixão esquecida.

O homem para o qual dedico este texto.

Aquele que tirei do pedestal e nunca mais coloquei em lugar nenhum.

Foi para depois.

Depois que eu resolver o que é verdade, o que é de verdade.

Você pensa que eu não sei que você sabe que eu estou mentindo?

Eu sei.

Quer um pouco de verdade?

Leia o começo deste texto, não é sobre você que eu escrevo não.

Essa é a verdade, mas você me ensinou que ela não é necessária.

Eu sei bem.

E sei que você mente também.

E sei que a gente se atura porque perder pessoas é muito triste. Por mais que você não venha me encoxar no meio da noite, não me agarre no corredor, não jogue a porra do controle remoto para longe, não fale no meu ouvido o quanto você está precisando me comer naquele momento.

Por mais que você não seja esse homem, você respira quietinho ao meu lado enquanto dorme, lindo.

E quando você dorme quietinho assim, eu sei que, apesar de eu não abalar sua vida em nada, você precisa de mim.

E você já abalou tanto a minha vida.

Que pena! Agora você morreu.

Mas eu continuo vendo você respirar, quietinho, ao meu lado.

A verdade é que eu ainda acredito em reencarnação.

E eu te olhei tantas vezes implorando.

Não morre, por favor.

Seja ele, seja o homem que perde um segundo de ar quando me vê.

Mas você nunca mais me olhou quase chorando, você nunca mais se emocionou, nem a mim.

Você nunca mais pegou na minha mão e me fez sentir segura.

Nunca mais falou a coisa mais errada do mundo e fez o mundo valer a pena.

Eu treinei viver sem você, eu treinei porque você sempre achou um absurdo o tanto que eu precisava de você para estar feliz.

De tanto treinar, acostumei.

E cadê a inspiração?

Foi embora junto com a minha pureza, a minha crença, a minha fidelidade.

Eu sou comum, igualzinho a você, a vocês.

Eu cometo erros mesquinhos e sou capaz de grandes momentos.

Para cada grande momento, milhares de erros mesquinhos no ar, no lençol, no ralo de um banho cheiroso.

Para cada fundo do poço, milhares de motivos de perdão boiando, bóias de coração para eu me agarrar.

E eu nunca me agarro em mim, sempre espero alguém chegar.

Eu não queria ter ido tão longe.

Nem seguido um que não posso, nem aturando outro que nunca pude.

Eu só queria que ele aparecesse, o homem que vai me olhar de um jeito que vai limpar toda a sujeira, o rabisco, o nó.

O homem que vai ser o pai dos meus filhos e não dos meus medos.

O homem com o maior colo do mundo, para dar tempo de eu ser mulher, transar para sempre. Para dar tempo de seu ser criança, chorar para sempre.

Para dar tempo de eu ser para sempre.

Cansei de morrer na vida das pessoas.

Por isso, matei você.

Antes que eu morresse de amor.

Matei você.

Eu sei que sou covarde.

Surpreso?

Eu não.

Desculpa, eu tinha prometido nunca mais escrever tão subjetivamente.”

Autora: Tati Bernardi

Filed under: Eu e o amor
18
mar

“Se era amor? Não era. Era outra coisa.

“Se era amor? Não era. Era outra coisa.
Restou uma dor profunda, mas poética.
Estou cega, ou quase isso: tenho uma visão embaçada do que aconteceu.
É algo que estimula minha autocomiseração.
Uma inexistência que machuca, mas ninguém morreu.
É um velório sem defunto.
Eu era daquele homem, ele era meu,
e não era amor, então era o quê?
Dizem que as pessoas se apaixonam pela sensação de estar amando, e não pelo amado.
É uma possibilidade.
Eu estava feliz, eu estava no compasso dos dias e dos fatos.
Eu estava plena e estava convicta.
Estava tranqüila e estava sem planos.
Estava bem sintonizada.
E de um dia para outro estava sozinha, estava antiga, escrava, pequena.
Parece o final de um amor, mas não era amor.
Era algo recém-nascido em mim, ainda não batizado.
E quando acabou, foi como se todas as janelas tivessem se fechado às três da tarde de um dia de sol.
Foi como se a praia ficasse vazia.
Foi como um programa de televisão que sai do ar e ninguém desliga o aparelho,
fica ali o barulho a madrugada inteira, o chiado, a falta de imagem, uma luz incômoda no escuro.
Foi como estar isolada num país asiático, onde ninguém fala sua língua, onde ninguém o enxerga.
Nunca me senti tão desamparada no meu desconhecimento.
Quem pode explicar o que me acontece dentro? Eu tenho que responder às minhas próprias perguntas.
E tenho que ser serena para aplacar minha própria demência.
E tenho que ser discreta para me receber em confiança.
E tenho que ser lógica para entender minha própria confusão. Ser ao mesmo tempo o veneno e o antídoto.
Se não era amor, era da mesma família. Pois sobrou o que sobra de corações abandonados.
A carência.
A saudade.
A mágoa.
Um quase desespero, uma espécie de avião em queda que a gente sabe que vai se estabilizar,
só não sabe se vai ser antes ou depois de se chocar contra o solo.
Eu bati a 200km/hora e estou voltando a pé pra casa, avariada.
Eu sei, não precisa me dizer outra vez.
Era uma diversão, uma paixonite, um jogo entre adultos.
Talvez seja este o ponto.
Talvez eu não seja adulta o suficiente para brincar tão longe do meu pátio,
do meu quarto, das minhas bonecas.
Onde é que eu estava com a cabeça, de acreditar em conto de fadas,
de achar que a gente manda no que sente e que bastaria apertar um botão
e as luzes apagariam e eu retomaria minha vida satisfatória,
sem seqüelas, sem registro de ocorrência?
Eu não amei aquele cara.
Eu tenho certeza que não.
Eu amei a mim mesma naquela verdade inventada.
Não era amor, era uma sorte.
Não era amor, era uma travessura.
Não era amor, era sacanagem.
Não era amor, eram dois travesseiros.
Não era amor, eram dois celulares desligados.
Não era amor, era de tarde.
Não era amor, era inverno.
Não era amor, era sem medo.
Não era amor, era melhor.”

Martha Medeiros

Filed under: Eu e o amor
3
mar

Cadê a tampa da minha panela, o chinelo do meu pé cansado, a metade da minha laranja?

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Tá em ebulição, vazando, transbordando, e nada da tampa da panela pra socorrer a lambança. É culpa da pressão que eu ponho em tudo isso? É o que dizem: desencana que uma hora ele aparece.
O pé cansado já tentou calçar (à força) do chinelão que descola as tiras ao sapatinho de cristal. Nenhum serviu e o coitado tá todo esfolado.
Ninguém pra descascar, chupar ou fazer uma laranjada. Em compensação, laranjas na minha vida não faltam. E chega!
Há anos peço o príncipe e só me mandam o cavalo.
Fim de ano sem amar é deprê, hein? Tô megera o suficiente pra ver uma família feliz no shopping e pensar que aquela instituição “image bank” não passa de uma união solitária de aparências. Tô megera o suficiente pra furar a fila do Papai Noel e pedir um pirulito, bem grande, bem grosso, bem exclusivamente apaixonado por mim.
Tô megera o suficiente pra abraçar os veadinhos do trenó em homenagem aos meus ex-casos. Tô megamegera o suficiente pra não admitir minha carência e dar uma risada debochada de todas as luzes, canções e emoções de boas-festas.
Tá, mas no especial do Roberto Carlos não vai dar pra ser megera. O filho da mãe sempre me faz chorar. É impressionante como a gente se sente sozinha na porra do especial do Roberto Carlos.
É claro que eu desejo o meu sucesso profissional, dinheiro, saúde, …, mas nada de atacar para todos os lados nas simpatias deste Reveillon. Não dá certo. Este ano vou focar no amor: calcinha vermelha, fitinhas vermelhas e as sete ondas vão ser puladas com a mão no coração (se eu usar a frente-única branca que comprei, é bom que a mão no coração já segura um peito) e uma só intenção: encontrar o danado.
Ah, sejamos sinceras mulheres modernas: no fundo, no fundo, a gente quer mesmo é alguém pra dormir protegida no peito (de preferência largo, forte e levemente cabeludo).
E nem é medo de ficar pra titia não, além de ter cara de mais nova e ser bem nova, eu sou filha única. É vontade de sentir aquela coisinha misteriosa de “é esse!”. Como será sentir isso? Eu sempre sinto que “pode ser esse, ou talvez com algumas mudancinhas possa ser esse ou talvez se ele quisesse, poderia ser esse…”. Não, isso tá errado. Quero sentir que “é esse”.
Dizem que materializar os sonhos escrevendo ajuda, então lá vai: quero transar com beijo na boca profundo, olhos nos olhos, eu te amo e muita sacanagem, quero cineminha com encosto de ombro cheiroso, casar de branco, ser carregada no colo, filhos, casinha no campo com cerquinha branca, cachorro e caseiro bacana. Quero ouvir Chet Baker numa noite chuvosa e ter de um lado um livrinho na cabeceira da cama e do outro o homem que amo.
Quero sambão com churrasco e as famílias reunidas. Quero ter certeza, ali no fundo da alma dele, de que ele me ama. Quero que ele saia correndo quando meu peito amargurado precisar de riso. Que ele esqueça, de vez em quando, seu lado egoísta, e lembre do meu. Que a gente brigue de ciúmes, porque ciúmes faz parte da paixão, e que faça as pazes rapidamente, porque paz faz parte do amor. Quero ser lembrada em horários malucos, todos os horários, pra sempre. Quero ser criança, mulher, homem, et, megera, maluca e, ainda assim, olhada com total reconhecimento de território. Quero sexo na escada e alguns hematomas e depois descanso numa cama nossa e pura. Quero foto brega na sala, com duas crianças enfeitando nossa moldura. Quero o sobrenome dele, o suor dele, a alma dele, o dinheiro dele (brincadeira…). Que ele me ame como a minha mãe, que seja mais forte que o meu pai, que seja a família que escolhi pra sempre. Quero que ele passe a mão na minha cabeça quando eu for sincera em minhas desculpas e que ele me ignore quando eu tentar enrolá-lo em minhas maldades. Quero que ele me torne uma pessoa melhor, que faça sexo como ninguém, que invente novas posições, que me faça comer peixe apimentado sem medo, respeite meus enjôos de sensibilidade, minhas esquisitices depressivas e morra de rir com meu senso de humor arrogante. Que seja lindo de uma beleza que me encha de tesão e que tenha um beijo que não desgaste com a rotina. Que a sua remela seja sequinha e não gosmenta e que o tempo leve um pouco de seu cabelo (adoro carecas…). Que suas escatologias não passem de piada e se materializem bem longe de mim. Tem que gostar de crianças, de cachorrinhos, da minha mãe, e tem que odiar ver pessoas procurando comida no lixo. Tem que dançar charmoso, ser irônico, ser calmo porém macho (ou seja, não explodir por nada mas também não calar por tudo). Tem que ser meio artista, mas também ter que saber cuidar dos meus problemas burocráticos. Tem que amar tudo o que eu escrevo e me olhar com aquela cara de “essa mulher é única”.
É mais ou menos isso. Achou muito? Claro que não precisa ser exatamente assim, tintim por tintim. Exigir demais pode fazer eu acabar sozinha em mais shows do Roberto Carlos. Deus me livre! Bom, analisando aqui, dá pra tirar umas coisinhas. Deixa eu ver… Resumindo então: tem que dizer que me ama e me amar mesmo, tem que rolar umas sacanagens e não pode ter remela gosmenta. Pronto!
E quando eu tiver tudo isso e uma menina boba e invejosa me olhar e pensar que “aquela instituição feliz não passa de uma união solitária de aparências” vou ter pena desse coração solitário que ainda não encontrou o verdadeiro amor.

Autora: Tati Bernardi

Eu conheci os textos da Tati hoje através de uma amiga e amei…

Conheça mais o trabalho dela aqui!

24
fev

Acorda, menina!!!

Depois de um bom tempo dizendo que eu era a mulher da vida dele, um belo dia eu recebo um e-mail dizendo: “olha, não dá mais”.

Tá certo que a gente tava quase se matando e que o namoro já tinha acabado mesmo, mas não se termina nenhuma história de amor (e eu ainda o amava muito) com um e-mail, não é mesmo?

Liguei pra tentar conversar e terminar tudo decentemente e ele respondeu: “mas agora eu to comendo um lanche com amigos”.

Enfim, fiquei pra morrer algumas semanas até que decidi que precisava ser uma mulher melhor para ele. Quem sabe eu ficando mais bonita, mais equilibrada ou mais inteligente, ele não volta pra mim? Foi assim que me matriculei simultaneamente numa academia de ginástica, num centro budista e em um curso de cinema. Nos meses que se seguiram eu me tornei dos seres mais malhados, calmos, espiritualizados e cinéfilos do planeta. E sabe o que aconteceu? Nada, absolutamente nada, ele continuou não lembrando que eu existia..

Aí achei que isso não podia ficar assim, de jeito nenhum, eu precisava ser ainda melhor pra ele, sim, ele tinha que voltar pra mim de qualquer jeito.

Decidi ser uma mulher mais feliz, afinal, quando você é feliz com você mesma, você não põe toda a sua felicidade no outro e tudo fica mais leve.

Pra isso, larguei de vez a propaganda, que eu não suportava mais, e resolvi me empenhar na carreira de escritora, participei de vários livros, terminei meu próprio livro, ganhei novas colunas em revistas, quintupliquei o número de leitores do meu site e nada aconteceu. Mas eu sou taurina com ascendente em áries, lua em gêmeos e filha única! Eu não desisto fácil assim de um amor, e então resolvi que eu tinha que ser uma super ultra mulher para ele, só assim ele voltaria pra mim.

Foi então que passei 35 dias na Europa, exclusivamente em minha companhia, conhecendo lugares geniais, controlando meu pânico em estar sozinha e longe de casa, me tornando mais culta e vivida. Voltei de viagem e tchân, tchân, tchân, tchân: nem sinal de vida.

Comecei um documentário com um grande amigo, aprendi a fazer strip, cortei meu cabelo 145 vezes, aumentei a terapia, li mais uns 30 livros, ajudei os pobres, rezei pra Santo Antonio umas 1.000 vezes, torrei no sol, fiz milhares de cursos de roteiro, astrologia e história, aprendi a nadar, me apaixonei por praia, comprei todas as roupas mais lindas de Paris.

Como última cartada para ser a melhor mulher do planeta, eu resolvi ir morar sozinha.. Aluguei um apartamento charmoso, decorei tudo brilhantemente, chamei amigos para a inauguração, servi bom vinho e comidinhas feitas, claro, por mim, que também finalmente aprendi a cozinhar.

Resultado disso tudo: silêncio absoluto.

O tempo passou, eu continuei acordando e indo dormir todos os dias querendo ser mais feliz para ele, mais bonita para ele, mais mulher para ele.

Até que algo sensacional aconteceu. Um belo dia eu acordei tão bonita, tão feliz, tão realizada, tão mulher, que eu acabei me tornando mulher demais para ele.

Ele… quem mesmo?

(Martha Medeiros)

CRÉDITOS

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